terça-feira, 22 de novembro de 2011

O que levar em conta na hora de comprar um monitor LCD ou LED?

Preparamos este artigo, listando o que você deve levar em conta quando for comprar seu monitor, e assim não cair na lábia dos vendedores. Preparado? Ok, vamos lá.

Tamanho

Este talvez seja o primeiro parâmetro que o consumidor olha quando está pesquisando um novo monitor. O tamanho de um monitor, é medido em polegadas. E como você já deve saber, quanto maior, mais caro fica o produto. Usuários comuns não precisam de monitores gigantes, então, se você se encaixa nessa categoria, escolha um monitor entre 19 e 22 polegadas. Monitores grandes, com 24+ polegadas, são muito caros e voltados para profissionais da área de design e edição de imagens e vídeos.



Resolução

Resolução é outro ponto muito importante em um monitor. Neste caso, quanto maior, melhor. Entenda que quanto maior a resolução, maior também será o nível de detalhamento dos objetos que serão visualizados. Mas assim como no item anterior, é preciso ter equilíbrio ao comparar monitores. Resoluções altas requerem espaços maiores também. Se você comprasse um monitor de 17″ com resolução de 1920×1080 pixels, como no caso dos notebooks top de linha, tudo ficaria muito pequeno e prejudicaria a sua visão.

Proporção

Atualmente, na maioria dos casos é mais vantajoso comprar monitores Widescreen que usem proporção “16:9″. Visto que este formato virou praticamente o padrão hoje em dia, comprar um monitor de formato diferente seria um problema. Monitores com proporção “4:3″ raramente são vistos hoje em dia. A grande maioria de filmes e jogos fazem uso da proporção “16:9″.

Contraste

Uma boa taxa de contraste colabora para que se tenha imagens bem nítidas. É esse fator que vai determinar a intensidade das cores e vai facilitar a distinção de objetos. Quanto maior for o valor, melhor. Geralmente, bons monitores apresentam contraste com os valores de 20.000:1. Se você encontrar um monitor com contraste inferior a isso, pode passar direto.


 

Brilho

O brilho também contribui para uma imagem nítida e límpida. Nos monitores, essa especificação é medida em candela por metro quadrado (cd/m²). Como de praxe, quanto maior for o número, melhor. Monitores comumente apresentam um brilho entre 200 a 250 cd/m². Mas se você quer tirar o máximo de jogos ou de filmes, procure por um monitor com uma taxa mais alta, talvez 300 cd/m² ou mais.

Tempo de Resposta

Você já ouviu falar no “efeito fantasma“? Esse efeito é responsável por deixar uma sombra da imagem anterior na tela por alguns segundos. É provável que você já tenha visto isso. Você pode evitar visualizar este efeito comprando um monitor com o tempo de resposta bem baixo. É fácil encontrar telas a venda com tempo de resposta de 5 ou 2 ms (milissegundos). Se por acaso você achar um monitor convencional que apresente um tempo maior, evite a compra.

Ângulo de visão

Provavelmente você já usou um caixa eletrônico, não é verdade? Percebeu que se você olhar pra sua tela sem estar necessariamente de frente pra ele, você não enxerga quase nada? Então, por questões de segurança os monitores dos caixas eletrônicos possuem um ângulo de visão bem próximo de 90º, para que somente a pessoa que estiver na frente dele visualize as informações na tela. Em monitores para computadores, você vai fazer o caminho inverso. Quanto mais próximo de 180º ele for, melhor. Assim, mais pessoas poderão visualizar o conteúdo dele, sem estar diretamente na frente dele.

Conexões

Esse é um fator extremamente importante. Neste caso, veja qual tipo de entrada a sua placa de vídeo usa: VGA, DVI ou ainda HDMI. Você terá de comprar um monitor que seja compatível com a sua placa de vídeo, para poder conectá-lo, logicamente. Os modelos atuais geralmente vêm com conectores DVI e HDMI, este último provendo a melhor imagem possível. Mas se o seu computador usar a velha entrada VGA, ainda existem monitores à venda com este tipo de conexão. Caso ela seja diferente, basta comprar um adaptador, bastante fácil de ser encontrado no mercado.



LCD ou LED?

Atualmente há a predominância de dois tipos de monitores. Os LCDs e os LEDs. Os LCDs (Liquid Crystal Display), são os mais comuns e mais baratos. Eles, de uma forma geral atendem muito bem a todos os tipos de usuários. Já os LEDs (Light Emitting Diode) oferecem mais vantagens. São telas bem mais finas, se comparadas com as LCDs, mais leves e oferecem um brilho e uma taxa de contraste maior, oferecendo imagens mais nítidas. A sua desvantagem está no preço. A aquisição de uma dessas ainda é uma facadinha que dói no bolso, mas isso está mudando aos poucos.

Monitor-TV

E caso você queira montar uma central de mídia na sua sala de estar, conectando o seu computador para assistir sua coleção de filmes com a mais alta qualidade, ou desfrutar de todos os seus jogos no máximo, deve escolher por comprar uma TV que também sirva como monitor. Esses modelos estão cada vez mais comuns e oferecem bastante flexibilidade, já que trazem uma gama de recursos atrelados, como vários tipos de conectores, entradas para pen drives e HDs externos, várias saídas de áudio, etc.

Conclusão

Estes são os principais fatores, as principais especificações técnicas que você deve levar em conta na hora de comprar um novo monitor para a sua máquina. Eu sei, são muitos detalhes. Mas a análise deles serve para que você adquira o produto com melhor custo x benefício possível, e dentro do seu orçamento. Não compre apenas pela marca. Compare as especificações técnicas e faça uma escolha consciente, não levando gato por lebre. Esperamos que este guia te ajude na sua próxima compra! :D

O que você precisa saber sobre os “Ultrabooks” da Intel.

Nova categoria de portáteis anunciada durante a Computex diminui a diferença entre notebooks e tablets!!!

SAN FRANCISCO (05/31/2011) - A Intel anunciou nesta terça-feira durante a Computex 2011, feira de tecnologia em Taiwan, uma nova categoria de notebooks ultraportáteis batizada de “Ultrabooks” que promete maior autonomia de bateria e máquinas mais finas (menos de 2 cm de espessura), com preços abaixo dos US$ 1.000 (nos EUA).
Segundo a empresa, os Ultrabooks irão combinar o desempenho dos notebooks modernos com “recursos típicos dos tablets como a capacidade de ligar instantâneamente”. A Intel está apostando alto na categoria, e prevê que no final de 2012 40% de todos os notebooks vendidos aos consumidores serão Ultrabooks.
Máquinas pertencentes à nova categoria estarão nas lojas ainda em 2011, a tempo para a temporada de compras de fim de ano, e a primeira será o Asus UX21. Em 2012 e 2013 haverá duas novas gerações da categoria baseados em novos processadores Intel. Detalhamos a seguir os planos da empresa para os Ultrabooks.

Do que é feito um Ultrabook?
A Intel anunciou três gerações de Ultrabooks. A primeira estará disponível no final deste ano e inclui notebooks baseados na atual geração de processadores Core i5 e Core i7 da família Sandy Bridge.
A segunda onda de Ultrabooks chegará às lojas na primeira metade de 2012 e incluirá novos processadores da família Ivy Bridge, baseados na atual arquitetura Sandy Bridge. Os novos chips serão os primeiros a usar o novo processo de produção em 22 nanômetros (22 nm), que permite a implementação dos novos transistores 3D recentemente anunciados. O resultado é um chip que é 37% mais rápido que um similar produzido com a atual tecnologia de 32 nm, segundo a empresa.
Os transistores 3D consomem menos que a metade da energia de seus equivalentes 2D usados atualmente na produção de chips. A Intel também diz que chips produzidos com o processo de 22 nm serão mais baratos que os atuais. Processadores Ivy Bridge também incluirão uma GPU (processador de vídeo) com suporte à tecnologia DirectX 11, da Microsoft. A empresa também destacou o suporte a tecnologias como USB 3.0 e Thunderbolt durante a Computex. Ainda não está claro se a segunda leva de Ultrabooks incluirá ambas as interfaces, mas é bastante provável.

A terceira leva de Ultrabooks chegará em 2013 equipada com a terceira geração de processadores da família Core, de codinome Haswell. Segundo a Intel, Ultrabooks equipados com estes chips serão ainda mais finos e com autonomia de bateria ainda maior, graças ao menor consumo de energia por parte dos chips..

E o Asus UX21?
Até o momento o único Ultrabook mostrado é o Asus UX21. O novo notebook tem um design “unibody”, mede 1,7 cm de espessura (milimetricamente mais fino que o MacBook Air) e pode ser equipado com processadores até o Core i7. Com peso de pouco mais de 1 quilo, o portátil tem uma tela de 11.6 polegadas e resolução de 1366 x 768 pixels, trackpad de vidro, uma saída mini-HDMI, uma porta USB 2.0 e uma porta USB 3.0, de acordo com relatos. O modelo exibido pela Asus na Computex incluirá 4 GB de RAM. A Asus não mencionou o preço.

O Samsung Série 9 é um Ultrabook?
O recém-anunciado portátil da Samsung está bem próximo da definição de um Ultrabook, mas de acordo com Fernando Martins, Presidente da Intel, não é incluso na categoria devido a pequenas diferenças na implementação do hardware (um processador de família diferente, ausência de algumas portas) e preço (um Series 9 nos EUA custa cerca de US$ 1.700, enquanto os Ultrabooks deverão custar por volta de US$ 1.000). Entretanto, o executivo faz questão de frisar que a máquina da Samsung “indica a direção que os Ultrabooks deverão seguir”.


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HDs em falta?!

Escassez de HDs no mercado pode causar blecaute na internet

Inundações na Tailândia atingiram em cheio uma indústria fundamental para toda a cadeia de produtos e serviços da nossa tecnologia: fabricantes de discos rígidos fecharam temporariamente suas linhas de montagem nas regiões inundadas. Segundo uma reportagem do The New York Times deste fim de semana, caso a produção não seja restabelecida em breve, serviços fundamentais da internet podem se tornar inviáveis já em 2012.

A computação em nuvem tem uma demanda crescente, servidores ao redor do mundo necessitam cada vez mais espaço para armazenar dados dos usuários que não param de produzir conteúdo, postar imagens, vídeos etc. Sem novos HDs, os data centers não poderão dar suporte e armazenar os dados dos usuários, o que pode significar um blecaute na internet.
Além disso, outro reflexo imediato da falta de HDs no mercado, que tende a aumentar, tendo em vista que não há previsão para que as indústrias voltem a operar, foram os preços violentamente aumentados. Fabricantes como Acer e Toshiba estão pressionando outras indústrias, como de memórias e chips gráficos, para baixar os preços e compensar o aumento de custo dos HDs.
Grandes companhias, como Apple, Google, Facebook, Amazon e tantas outras dependem de enormes data centers que trabalham numa margem muito pequena de espaço para armazenamento. E é preciso levar em conta que, cada dia mais pessoas passam a acessar a internet, e mais usuários significa um maior volume de dados.
Estimativas apontam que a produção de HDs deve cair em até 50 milhões de unidades pelos próximos seis meses. Estima-se também que, caso a indústria não volte a trabalhar tão cedo, todo o estoque mundial de discos rígidos será absorvido pelo consumo já nos primeiros três meses de 2012. Caso a previsão pessimista se confirme, muito além de ninguém poder comprar HDs – tendo como opção apenas os SSD – o grande problema está no gargalo que impedirá data centers de expandir sua capacidade e você de armazenar dados na internet e até mesmo de navegar, dependendo da gravidade da situação.

Fonte: Techtudo