Megasystem Informática
terça-feira, 22 de novembro de 2011
O que levar em conta na hora de comprar um monitor LCD ou LED?
Preparamos este artigo, listando o que você deve levar em conta quando for comprar seu monitor, e assim não cair na lábia dos vendedores. Preparado? Ok, vamos lá.
O que você precisa saber sobre os “Ultrabooks” da Intel.
Nova categoria de portáteis anunciada durante a Computex diminui a diferença entre notebooks e tablets!!!
SAN FRANCISCO (05/31/2011) - A Intel anunciou nesta terça-feira durante a Computex 2011, feira de tecnologia em Taiwan, uma nova categoria de notebooks ultraportáteis batizada de “Ultrabooks” que promete maior autonomia de bateria e máquinas mais finas (menos de 2 cm de espessura), com preços abaixo dos US$ 1.000 (nos EUA).
Segundo a empresa, os Ultrabooks irão combinar o desempenho dos notebooks modernos com “recursos típicos dos tablets como a capacidade de ligar instantâneamente”. A Intel está apostando alto na categoria, e prevê que no final de 2012 40% de todos os notebooks vendidos aos consumidores serão Ultrabooks.
Máquinas pertencentes à nova categoria estarão nas lojas ainda em 2011, a tempo para a temporada de compras de fim de ano, e a primeira será o Asus UX21. Em 2012 e 2013 haverá duas novas gerações da categoria baseados em novos processadores Intel. Detalhamos a seguir os planos da empresa para os Ultrabooks.
Do que é feito um Ultrabook?
A Intel anunciou três gerações de Ultrabooks. A primeira estará disponível no final deste ano e inclui notebooks baseados na atual geração de processadores Core i5 e Core i7 da família Sandy Bridge.
A segunda onda de Ultrabooks chegará às lojas na primeira metade de 2012 e incluirá novos processadores da família Ivy Bridge, baseados na atual arquitetura Sandy Bridge. Os novos chips serão os primeiros a usar o novo processo de produção em 22 nanômetros (22 nm), que permite a implementação dos novos transistores 3D recentemente anunciados. O resultado é um chip que é 37% mais rápido que um similar produzido com a atual tecnologia de 32 nm, segundo a empresa.
Os transistores 3D consomem menos que a metade da energia de seus equivalentes 2D usados atualmente na produção de chips. A Intel também diz que chips produzidos com o processo de 22 nm serão mais baratos que os atuais. Processadores Ivy Bridge também incluirão uma GPU (processador de vídeo) com suporte à tecnologia DirectX 11, da Microsoft. A empresa também destacou o suporte a tecnologias como USB 3.0 e Thunderbolt durante a Computex. Ainda não está claro se a segunda leva de Ultrabooks incluirá ambas as interfaces, mas é bastante provável.
A terceira leva de Ultrabooks chegará em 2013 equipada com a terceira geração de processadores da família Core, de codinome Haswell. Segundo a Intel, Ultrabooks equipados com estes chips serão ainda mais finos e com autonomia de bateria ainda maior, graças ao menor consumo de energia por parte dos chips..
E o Asus UX21?
Até o momento o único Ultrabook mostrado é o Asus UX21. O novo notebook tem um design “unibody”, mede 1,7 cm de espessura (milimetricamente mais fino que o MacBook Air) e pode ser equipado com processadores até o Core i7. Com peso de pouco mais de 1 quilo, o portátil tem uma tela de 11.6 polegadas e resolução de 1366 x 768 pixels, trackpad de vidro, uma saída mini-HDMI, uma porta USB 2.0 e uma porta USB 3.0, de acordo com relatos. O modelo exibido pela Asus na Computex incluirá 4 GB de RAM. A Asus não mencionou o preço.
O Samsung Série 9 é um Ultrabook?
O recém-anunciado portátil da Samsung está bem próximo da definição de um Ultrabook, mas de acordo com Fernando Martins, Presidente da Intel, não é incluso na categoria devido a pequenas diferenças na implementação do hardware (um processador de família diferente, ausência de algumas portas) e preço (um Series 9 nos EUA custa cerca de US$ 1.700, enquanto os Ultrabooks deverão custar por volta de US$ 1.000). Entretanto, o executivo faz questão de frisar que a máquina da Samsung “indica a direção que os Ultrabooks deverão seguir”.
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SAN FRANCISCO (05/31/2011) - A Intel anunciou nesta terça-feira durante a Computex 2011, feira de tecnologia em Taiwan, uma nova categoria de notebooks ultraportáteis batizada de “Ultrabooks” que promete maior autonomia de bateria e máquinas mais finas (menos de 2 cm de espessura), com preços abaixo dos US$ 1.000 (nos EUA).
Segundo a empresa, os Ultrabooks irão combinar o desempenho dos notebooks modernos com “recursos típicos dos tablets como a capacidade de ligar instantâneamente”. A Intel está apostando alto na categoria, e prevê que no final de 2012 40% de todos os notebooks vendidos aos consumidores serão Ultrabooks.
Máquinas pertencentes à nova categoria estarão nas lojas ainda em 2011, a tempo para a temporada de compras de fim de ano, e a primeira será o Asus UX21. Em 2012 e 2013 haverá duas novas gerações da categoria baseados em novos processadores Intel. Detalhamos a seguir os planos da empresa para os Ultrabooks.
Do que é feito um Ultrabook?
A Intel anunciou três gerações de Ultrabooks. A primeira estará disponível no final deste ano e inclui notebooks baseados na atual geração de processadores Core i5 e Core i7 da família Sandy Bridge.
A segunda onda de Ultrabooks chegará às lojas na primeira metade de 2012 e incluirá novos processadores da família Ivy Bridge, baseados na atual arquitetura Sandy Bridge. Os novos chips serão os primeiros a usar o novo processo de produção em 22 nanômetros (22 nm), que permite a implementação dos novos transistores 3D recentemente anunciados. O resultado é um chip que é 37% mais rápido que um similar produzido com a atual tecnologia de 32 nm, segundo a empresa.
Os transistores 3D consomem menos que a metade da energia de seus equivalentes 2D usados atualmente na produção de chips. A Intel também diz que chips produzidos com o processo de 22 nm serão mais baratos que os atuais. Processadores Ivy Bridge também incluirão uma GPU (processador de vídeo) com suporte à tecnologia DirectX 11, da Microsoft. A empresa também destacou o suporte a tecnologias como USB 3.0 e Thunderbolt durante a Computex. Ainda não está claro se a segunda leva de Ultrabooks incluirá ambas as interfaces, mas é bastante provável.
A terceira leva de Ultrabooks chegará em 2013 equipada com a terceira geração de processadores da família Core, de codinome Haswell. Segundo a Intel, Ultrabooks equipados com estes chips serão ainda mais finos e com autonomia de bateria ainda maior, graças ao menor consumo de energia por parte dos chips..
E o Asus UX21?
Até o momento o único Ultrabook mostrado é o Asus UX21. O novo notebook tem um design “unibody”, mede 1,7 cm de espessura (milimetricamente mais fino que o MacBook Air) e pode ser equipado com processadores até o Core i7. Com peso de pouco mais de 1 quilo, o portátil tem uma tela de 11.6 polegadas e resolução de 1366 x 768 pixels, trackpad de vidro, uma saída mini-HDMI, uma porta USB 2.0 e uma porta USB 3.0, de acordo com relatos. O modelo exibido pela Asus na Computex incluirá 4 GB de RAM. A Asus não mencionou o preço.
O Samsung Série 9 é um Ultrabook?
O recém-anunciado portátil da Samsung está bem próximo da definição de um Ultrabook, mas de acordo com Fernando Martins, Presidente da Intel, não é incluso na categoria devido a pequenas diferenças na implementação do hardware (um processador de família diferente, ausência de algumas portas) e preço (um Series 9 nos EUA custa cerca de US$ 1.700, enquanto os Ultrabooks deverão custar por volta de US$ 1.000). Entretanto, o executivo faz questão de frisar que a máquina da Samsung “indica a direção que os Ultrabooks deverão seguir”.
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HDs em falta?!
Escassez de HDs no mercado pode causar blecaute na internet
A computação em nuvem tem uma demanda crescente, servidores ao redor do mundo necessitam cada vez mais espaço para armazenar dados dos usuários que não param de produzir conteúdo, postar imagens, vídeos etc. Sem novos HDs, os data centers não poderão dar suporte e armazenar os dados dos usuários, o que pode significar um blecaute na internet.
Além disso, outro reflexo imediato da falta de HDs no mercado, que tende a aumentar, tendo em vista que não há previsão para que as indústrias voltem a operar, foram os preços violentamente aumentados. Fabricantes como Acer e Toshiba estão pressionando outras indústrias, como de memórias e chips gráficos, para baixar os preços e compensar o aumento de custo dos HDs.
Grandes companhias, como Apple, Google, Facebook, Amazon e tantas outras dependem de enormes data centers que trabalham numa margem muito pequena de espaço para armazenamento. E é preciso levar em conta que, cada dia mais pessoas passam a acessar a internet, e mais usuários significa um maior volume de dados.
Estimativas apontam que a produção de HDs deve cair em até 50 milhões de unidades pelos próximos seis meses. Estima-se também que, caso a indústria não volte a trabalhar tão cedo, todo o estoque mundial de discos rígidos será absorvido pelo consumo já nos primeiros três meses de 2012. Caso a previsão pessimista se confirme, muito além de ninguém poder comprar HDs – tendo como opção apenas os SSD – o grande problema está no gargalo que impedirá data centers de expandir sua capacidade e você de armazenar dados na internet e até mesmo de navegar, dependendo da gravidade da situação.
Fonte: Techtudo
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